"Viver como cada um quer", assim definiu Aristóteles a liberdade. Mas quão livres realmente são a vontade e o agir humanos, sobre isso os pensadores sempre formularam posições diferentes nas várias épocas. A filosofia diz que o ser humano é livre e que pode se decidir livremente pela vida e pela morte. Já a psicologia vê esta liberdade bem mais limitada. Nós achamos que decidimos livremente, mas, na verdade repetimos velhos modelos de vida que assumimos de nossos pais e avós. É óbvio que somos marcados por nossa história pessoal de vida, por nossos genes, por nossa estrutura cerebral. Mas podemos sim, dizer que existe uma liberdade definitiva: podemos decidir-nos pela vida ou contra ela. Essa liberdade relativa permite nos decidirmos em última instância, sobre nós mesmos. Não podemos escolher livremente a doença ou a velhice. Mas qual a atitude diante delas, isto depende de nossa liberdade. Mas assim como o ser humano luta pela felicidade ou a liberdade, também é uma necessidade procurar pelo sentido da vida. Dizer " sim à vida", apesar das mais difíceis circuntâncias. De nada adianta ser livre, e vagar sem rumo. Portanto, mesmo limitada, a liberdade está sempre a disposição em princípio. E nossa tarefa consiste em decidir-nos nesse espaço de liberdade - bem limitado muitas vezes - pelo bem e contra o mal. Só então entraremos em sintonia conosco mesmos. Cada qual precisa descobrir o que lhe serve melhor, o que dá sentido à sua vida. Isto é ser livre.DO OUTRO LADO DO ESPELHO Falo aqui das coisas mais ínfimas do ser humano, não do superficial. O real pode ser o agora,mas há muito mais pra ser desvendado Uma imagem refletida no espelho retrata um perfil, mas somos mais que estampa,somos seres com sentimentos,percepções,preferências. Sentimos amor e ódio,tristeza e alegria, carregamos traumas,temos nossas dúvidas. O que fazer com esse turbilhão de emoções?
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Somos Realmente Livres? Ou nossa Liberdade é Pura Ilusão?
"Viver como cada um quer", assim definiu Aristóteles a liberdade. Mas quão livres realmente são a vontade e o agir humanos, sobre isso os pensadores sempre formularam posições diferentes nas várias épocas. A filosofia diz que o ser humano é livre e que pode se decidir livremente pela vida e pela morte. Já a psicologia vê esta liberdade bem mais limitada. Nós achamos que decidimos livremente, mas, na verdade repetimos velhos modelos de vida que assumimos de nossos pais e avós. É óbvio que somos marcados por nossa história pessoal de vida, por nossos genes, por nossa estrutura cerebral. Mas podemos sim, dizer que existe uma liberdade definitiva: podemos decidir-nos pela vida ou contra ela. Essa liberdade relativa permite nos decidirmos em última instância, sobre nós mesmos. Não podemos escolher livremente a doença ou a velhice. Mas qual a atitude diante delas, isto depende de nossa liberdade. Mas assim como o ser humano luta pela felicidade ou a liberdade, também é uma necessidade procurar pelo sentido da vida. Dizer " sim à vida", apesar das mais difíceis circuntâncias. De nada adianta ser livre, e vagar sem rumo. Portanto, mesmo limitada, a liberdade está sempre a disposição em princípio. E nossa tarefa consiste em decidir-nos nesse espaço de liberdade - bem limitado muitas vezes - pelo bem e contra o mal. Só então entraremos em sintonia conosco mesmos. Cada qual precisa descobrir o que lhe serve melhor, o que dá sentido à sua vida. Isto é ser livre.
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